quinta-feira, 26 de maio de 2011

Prof. Celestino - Tipologia Textual


Instituto Processus


Tipologia Textual: Narrativa


Texto: Coerência e Coesão Gramatical


Texto 01







1


2


3


4


5


6


7


8


9


10


11


12


13


14


15


"Tudo aconteceu numa terra distante, no tempo em que os bichos falavam... Os urubus, aves  por natureza becadas, mas sem grandes dotes para o canto, decidiram que, mesmo contra natureza eles haveriam de se tornar grandes cantores. E para isto fundaram escolas e importaram professores, gargarejaram dó-ré-mi-fá, mandaram imprimir diplomas, e fizeram competições entre si, para ver quais deles seriam os mais importantes e teriam a permissão para mandar nos outros. Foi assim que eles organizaram concursos e se deram nomes pomposos, e o sonho de cada urubuzinho, instrutor em início de carreira, era se tornar um respeitável urubu titular, a quem todos chamam de Vossa Excelência. Tudo ia muito bem até que a doce tranqüilidade da hierarquia dos urubus foi estremecida. A floresta foi invadida por bandos de pintassilgos tagarelas, que brincavam com os canários e faziam serenatas para os sabiás... Os velhos urubus entortaram o bico, o rancor encrespou a testa , e eles convocaram pintassilgos, sabiás e canários para um  inquérito


.— Onde estão os documentos dos seus concursos? E as pobres aves se olharam perplexas, porque nunca haviam imaginado que tais coisas houvessem. Não haviam passado por escolas de canto, porque o canto nascera com elas. E nunca apresentaram um diploma para provar que sabiam cantar, mas  Cantavam simplesmente..


.— Não, assim não pode ser. Cantar sem a titulação devida é um desrespeito à ordem. E os urubus, em uníssono, expulsaram da floresta os passarinhos que cantavam sem alvarás...
MORAL: Em terra de urubus diplomados não se houve canto de sabiá."


 


1. O termo “em que” (l 1) pode ser substituído por onde sem perder a coesão e a coerência textual.


2. O termo anafórico “Para isto” (l 3)  se refere ao sujeito da oração anterior:  grandes cantores.


3. Pronome eles (l 5) se refere ao sujeito da oração “Os urubus, aves por natureza becadas, mas sem grandes dotes para o canto...”


4. Mandaram, decidiram, fizeram, importaram e gargarejaram têm como sujeito elíptico o pronome eles


5. Há predominância da linguagem denotativa que caracteriza o texto informativo típico da fábula.


6. Em “Os urubus, aves por natureza becadas, mas sem grandes dotes para o canto, decidiram...” o agente do processo verbal é o sujeito, evidenciando a voz ativa.













1


2


3


4


5


 


Em um artigo publicado em 2000, e que fez muito sucesso na Internet, Cristovam Buarque desenhava um idílico mundo futuro, liberto das soberanias nacionais, em que tudo seria de todos. Se tudo der certo no planeta (o que é discutível), quem sabe um dia, daqui a mil ou dois mil anos, cheguemos lá. Como nada ainda deu certo no planeta, a internacionalização só será aceitável quando se cumprirem duas premissas. Primeira: que desapareçam os Estados nacionais. Segunda: que os grupos, ou comunidades,ou  sociedades que restarem mantenham entre si relações impecavelmente eqüitativas. Quem sabe um dia...


 


TEXTO 02


 


1. Mantém-se a correção gramatical do texto e respeitam-se suas relações argumentativas ao se substituir “em que”(L2) por onde.


2.O emprego das formas verbais “cheguemos” (L.3), “desapareçam” (L.5) e “mantenham” (L6) indica a expressão de ações hipotéticas; mas o desenvolvimento do texto permite, coerentemente, considerá-las assertivas, e sem que se prejudique a correção gramatical, em seus lugares, é possível empregar as formas chegamos, desaparecem e mantêm, respectivamente.


3.Preservam-se a correção gramatical e a coerência da argumentação do texto ao se substituir a expressão “se cumprirem” (L.4) por forem cumpridas.


 


TEXTO 03


 







1


2


3


4


5


6


7


8


Representantes dos maiores bancos brasileiros reuniram-se no Rio de Janeiro para discutir um tema desafiante. Falaram sobre a necessidade de estabelecer mecanismos de controle sobre o oceano de incertezas que cerca o mercado financeiro e, assim, atenuar os solavancos que volta e meia ele provoca na economia mundial. Na mais recente crise — a do mercado de hipotecas de alto risco dos Estados Unidos —, os bancos americanos amargaram perdas superiores a 100 bilhões de dólares. A turbulência decorrente do estouro de mais essa bolha ainda não teve suas conseqüências totalmente dimensionadas. A questão que se coloca é até que ponto é possível injetar alguma previsibilidade em um mercado tão interconectado, gigantesco e que tem o risco no DNA. O único consenso é que o mercado precisa ser mais transparente. O investidor tem o direito de ser informado sobre a composição do produto que estiver comprando e o grau de risco que está assumindo.


Com relação às informações do texto acima e à sua organização, julgue os itens de 1 a 8.


(E)1 No texto, “ele” (l 3) refere-se a “tema desafiante” (l.1), e “essa bolha” (l.5) refere-se a “turbulência” (l.5).


(E)2 Embora “se”, em “se coloca” (L-6), possa ser classificado como partícula apassivadora tanto quanto como pronome reflexivo, é nesta última função que está empregado no texto.


(C)3 Infere-se da argumentação do texto que a crise do mercado de hipotecas nos Estados Unidos foi causada pela falta de transparência desse mercado para o investidor.


(C)4 Mantendo-se a correção gramatical e a coerência do texto, é possível deslocar a oração “para discutir um tema desafiante” (L.1), que expressa uma finalidade, para o início do período, fazendo-se os devidos ajustes nas letras maiúsculas e acrescentando-se uma vírgula logo após “desafiante”.


(C)5.Preservam-se a coerência da argumentação e a correção gramatical do texto ao se inserir um sinal de dois-pontos depois da primeira ocorrência de “é” na linha 7 e um ponto de interrogação depois de “DNA” na linha 7


(E)6. Na linha7, o termo “O investidor” pode ser substituído por Qualquer investidor ou por Os investidores, sem prejuízo para o sentido e para a correção gramatical do período.


(C)8 É possível inferir do texto que o fato de o mercado ser “interconectado” (L.6), “gigantesco” (L7) e ter “o risco no DNA” (L7) dificulta a adoção de mecanismos de controle sobre ele.


(E)10 Infere-se do texto que, no atual estágio da economia mundial, os riscos de prejuízo nas transações realizadas no mercado financeiro são nulos ou quase inexistentes.


TEXTO 04







1


2


3


4


5


6


7


8


Com o advento do século XXI, novas ameaças ganharam relevo no mosaico dos problemas que colocam em risco a segurança dos povos, a estabilidade dos países e a concentração de esforços em favor da paz mundial. O terrorismo internacional, devido a seu poder de infiltração em diferentes regiões e sua capacidade para gerar instabilidade na comunidade internacional, constitui uma das principais ameaças da atualidade. A expansão do terrorismo internacional na última década está diretamente relacionada ao crescimento de sua vertente islâmica, que, por sua vez, ampliou se na esteira da disseminação de interpretações radicais do Islã, que se opõem a qualquer tipo de intervenção no universo dos valores muçulmanos e pregam o uso da violência — guerra santa (jihad) — como forma de defender, expandir e manter a comunidade islâmica mundial.


 


01..No texto, de tipologia predominantemente narrativa, o autor apresenta a forma de atuação dos terroristas no cenário  internacional.


02. As vertentes islâmicas que interpretam o Islã de forma radical pregam o uso da violência — guerra santa (jihad).


03. A palavra “mosaico” (L.1) está sendo empregada, no texto, em sentido conotativo (figurado).


04. As palavras “última”, “década” e “islâmica” recebem acento gráfico com base em regras gramaticais diferentes.


05. A partícula “se”, em “ampliou-se” (R.11), indica que o sujeito da oração é indeterminado


 


TEXTO 05


 







1


2


3


4


5


6


7


8


9


Assistimos  à dissolução dos discursos homogeneizantes e totalizantes da ciência e da cultura.  Não existe narração ou gênero do discurso capaz de dar um  traçado único, um horizonte de sentido unitário da experiência da vida, da cultura, da ciência ou da subjetividade. Há histórias, no plural; o mundo tornou-se intensamente complexo e as respostas não são diretas nem estáveis. Mesmo que não possamos olhar de um curso único para a história, os projetos humanos têm um assentamento  inicial que já permite abrir o presente para a construção de futuros possíveis. Tornar-se um ser humano consiste em participar de processos sociais compartilhados, nos quais emergem significados, sentidos, coordenações e conflitos. A complexidade dos problemas desarticula-se e, precisamente por essa razão, torna-se necessária uma reordenação intelectual que nos habilite a pensar a complexidade. Dora Fried Schnitman. Introdução: ciência, cultura e subjetividade. In: Dora Fried Schnitman (Org.). Novos paradigmas, cultura e subjetividade, p. 17 (com adaptações).


01. Subentende-se da argumentação do texto que a sistematização dos gêneros do discurso ainda é insuficiente para explicar satisfatoriamente o complexo sentido da cultura e da ciência na formação dos sujeitos.


02. A relação que a oração iniciada por “e as respostas” (L.4) mantém com a anterior mostra que a função da Conjunção “e” corresponde à função de por isso.


 03. Preservam-se as relações entre os argumentos do texto caso se empregue, em lugar de “que não possamos” (R.8), uma oração correspondente com o gerúndio: não podendo


 


TEXTO 06.







1


2


3


4


5


6


7


8


10


Na atualidade, em qualquer parte do mundo, podem desenvolver-se atividades de apoio logístico ou de recrutamento ao terrorismo. Isso se deve à sua própria lógica de disseminação transnacional, que busca continuamente novas áreas de atuação e, também, às vantagens específicas que cada país pode oferecer a membros de organizações extremistas, como facilidades de obtenção de documentos falsos ou de acesso a seu território, além de movimentação, refúgio e acesso a bens de natureza material e tecnológica.A descentralização das organizações extremistas amplia sua capacidade operacional e lhes permite realizar atentados quando as circunstâncias lhes forem favoráveis e onde menos se espera, para potencializar o efeito surpresa e o sentimento de insegurança, objetivos próprios do ato terrorista. Desse modo, cidadãos e interesses de qualquer país, ainda que não sejam os alvos ideais, em termos ideológico-religiosos, podem servir de “pontes” para que organizações extremistas atinjam, embora indiretamente,  seus principais oponentes


 


 


6. A estrutura do trecho é característica de texto instrucional ou injuntivo.


8. O pronome “lhes”, em suas ocorrências, na linha 11, refere-se a “organizações extremistas” (l.9).


9 De acordo com o texto, países que oferecem facilidades para a obtenção de documentos falsos e de acesso ao seu território ajudam a evitar a ação dos terroristas.


10 Conclui-se da leitura do texto que cidadãos de países que não se opõem diretamente às organizações extremistas são alvos diretos das ações terroristas


TEXTO 07


 







1


2


3


4


5


A análise dos assuntos relativos ao Oriente Médio pelos órgãos de inteligência faz parte do esforço em acompanhar o fenômeno do terrorismo internacional, dados  os freqüentes enfrentamentos entre grupos radicais e a possibilidade de que simpatizantes dessas organizações extremistas possam engajar-se em ações radicais, fora da  região, como forma de retaliação, contra alvos de interesse de grupos rivais ao redor do mundo, inclusive, e de forma potencial, em território brasileiro.


Com relação a aspectos lingüísticos do texto acima, julgue os itens de 16 a 20.


 


16 A forma verbal “faz” (L.2) está no singular porque concorda com “Oriente Médio” (L.1).


17 Se a preposição “em” (R.2) for substituída pela preposição para, prejudica-se a correção gramatical do período


18.A substituição da forma verbal “possam” (l.3) por podem mantém a correção gramatical e a coerência do texto.


20 A palavra “retaliação” (l.4) está sendo empregada com o sentido de ampliação.


 


TEXTO 08


 







1


2


3


4


5


6


7


8


9


 


Uma vez pesquisado, determinado assunto agrega novos elementos ao pensamento de seu observador e, portanto, modifica-o. Mudado seu modo de pensar, o pesquisador já não concebe aquele tema da mesma forma e, assim, já não é capaz de estabelecer uma relação exatamente igual à do experimento original. Não se podendo repetir a Relação sujeito-objeto, é forçoso afirmar que seria impossível a reprodução exata de qualquer situação de pesquisa, o que ressalta a importância da descrição do fenômeno e o caráter vivo dos postulados teóricos. Em uma visão fenomenológica, os chamados estados da mente perante a verdade podem ser descritos como o tipo de experiência vivida pelo analista de  inteligência no contato com o fenômeno acompanhado. Assim sendo, os fatos analisados não podem ser dissociados daquele que produz o conhecimento. Quando a mente se posiciona perante a verdade, o que de fato ocorre é um processo ativo de auto-regulação entre uma pessoa, seus conhecimentos preexistentes (a priori) e um novo fato que se apresenta.


 


 


01.O desenvolvimento da argumentação do texto mostra que o pronome em “modifica-o” (L 1) toma como referente a


expressão “determinado assunto” (L.1).


02. No desenvolvimento da argumentação, a oração “Não se podendo repetir a relação sujeito-objeto” (L 3)  expressa a causa que desencadeia as idéias do trecho “é forçoso afirmar (...) pesquisa” (L 4).


03. Preservam-se as relações argumentativas e a correção gramatical do texto ao se substituir o trecho “os  chamados estados da mente perante a verdade podem ser descritos” (L 7) por podem serem descritos os chamados estados da mente em face à verdade.


04. Subentende-se, pelas relações de sentido que se estabelecem no texto, que “daquele” (L 7) retoma, por coesão,“fenômeno” (l7), precedido pela preposição de, exigida por “dissociados” (L7).


 


TEXTO 09.


 







1


2


3


4


5


6


7


8


8


9


10


Um lugar sob o comando de gestores, onde os funcionários são orientados por metas, têm o desempenho avaliado dia a dia e recebem prêmios em dinheiro pela eficiência na execução de suas tarefas, pode parecer tudo — menos uma escola pública brasileira. Pois essas são algumas das práticas implantadas com sucesso em um grupo de  escolas estaduais de ensino médio de Pernambuco. A experiência chama a atenção pelo impressionante progresso dos estudantes depois que ingressaram ali. 10 Como é praxe no local, o avanço foi quantificado. Os alunos são testados na entrada, e quase metade deles tirou zero em matemática e notas entre 1 e 2 em português. Isso em uma escala de zero a 10. Depois de três anos, eles cravaram  em tais matérias, em uma prova aplicada pelo Ministério da Educação. Em poucas escolas públicas 16 brasileiras, a média foi tão alta. De saída, há uma característica que as distingue das demais: elas são administradas por uma parceria entre o governo e uma  associação formada por empresários da região. Os professores são avaliados em quatro frentes: recebem notas dos alunos, dos pais e do diretor e ainda outra pelo cumprimento das metas acadêmicas. Aos melhores, é concedido bônus no salário.


 Veja, 12/3/2008, p. 78 (com adaptações). Com referência às idéias e às estruturas lingüísticas do texto acima, julgue os itens a seguir


 


(E)1 As formas verbais “têm” (l.1) e “recebem” (l.2) estão no plural para concordar com o antecedente “gestores” (L.1).


(E)2 O termo “Pois” (L.3) estabelece uma relação de causa entre as informações anteriores e as do período em que esse termo se apresenta.


(C) 3 O termo “ali” (L 4) refere-se ao antecedente “um grupo de escolas estaduais de ensino médio de Pernambuco” (L 4).


(E) 4 Predomina no fragmento o tipo textual narrativo ficcional.


(C)5 Os pronomes “as” e “elas”, ambos na linha 17, referem-se a “escolas estaduais de ensino médio de Pernambuco” (R.7).


( C)6 Na linha 20, o sinal de dois-pontos é empregado para indicar que, subseqüentemente, há uma explicação


 


Um avião para Paris


                Aí um dia você toma um avião para Paris, a lazer ou a trabalho, em um voo da Air France, em que a comida e a bebida têm a obrigação de oferecer a melhor experiência gastronômica de bordo do mundo, e o avião mergulha para a morte no meio do Oceano Atlântico. Sem que você perceba, ou possa fazer qualquer coisa a respeito, sua vida acabou. Em uma bola de fogo ou nos 4.000 metros de água congelante abaixo de você naquele mar sem fim. Você, que tinha acabado de conseguir dormir na poltrona ou de colocar os fones de ouvido para assistir ao primeiro filme da noite ou de saborear uma segunda taça de vinho tinto com o cobertorzinho do avião sobre os joelhos. Talvez você tenha tido tempo de ter a consciência do fim, de que tudo terminava ali. Talvez você nem tenha tido a chance de se dar conta disso. Fim.


                Tudo que ia pela sua cabeça desaparece do mundo sem deixar vestígios. Como se jamais tivesse existido. Seus planos de trocar de emprego ou de expandir os negócios. Seu amor imenso pelos filhos e sua tremenda incapacidade de expressar esse amor. Seu medo da velhice, suas preocupações em relação à aposentadoria. Sua insegurança em relação ao seu real talento, às chances de sobrevivência de suas competências nesse mundo que troca de regras a cada seis meses. Seu receio de que sua mulher, de cuja afeição você depende mais do que imagina, um dia o deixe. Ou pior: que permaneça com você infeliz, tendo deixado de amá-lo. Seus sonhos de trocar de casa, sua torcida para que seu time faça uma boa temporada, o tesão que você sente pela ascensorista com ar triste. Suas noites de insônia, essa sinusite que você está desenvolvendo, suas saudades do cigarro. Os planos de voltar à academia, a grande contabilidade (nem sempre com saldo positivo) dos amores e dos ódios que você angariou e destilou pela vida, as dezenas de pequenos problemas cotidianos que você tinha anotado na agenda para resolver assim que tivesse tempo. Bastou um segundo para que tudo isso fosse desligado. Para que todo esse universo pessoal que tantas vezes lhe pesou toneladas tenha se apagado. Como uma lâmpada que acaba e não volta a acender mais. Fim.


                Então, aproveite bem o seu dia. Extraia dele todos os bons sentimentos possíveis. Não deixe nada para depois. Diga o que tem para dizer. Demonstre. Seja você mesmo. Não guarde lixo dentro de casa. Não cultive amarguras e sofrimentos. Prefira o sorriso. Dê risada de tudo, de si mesmo. Não adie alegrias nem contentamentos nem sabores bons. Seja feliz. Hoje. Amanhã é uma ilusão. Ontem é uma lembrança. No fundo, só existe o hoje. Ricardo Lacerda. In: Exame, 4/6/2009 (com adaptações). Quanto às informações do texto III, assinale a alternativa correta.


Questão 01


(A) O texto apresenta uma narrativa vivida por uma personagem real.


(B) Sabendo que há uma ideia atribuída ao poeta romano Horácio: carpe dien, popularmente traduzida para colha o dia ou aproveite o momento, é correto concluir que o texto defende essa ideia.


(C) O texto comprova as previsões de final dos tempos e do Dia do Juízo, defendida por cientistas e religiosos.


(D) Na linha 26, a palavra “infeliz” refere-se exclusivamente a “você”.


(E) O último parágrafo do texto utiliza uma linguagem emotiva, que pode ser comprovada especialmente na opção pela subjetividade voltada para o narrador.


Questão 02.


Observando a norma culta, julgue os itens de I a VI e assinale a alternativa correta.


I A expressão “assim que” (linha 35) sugere a ideia de modo: a forma como alguém resolveria seus problemas.


II A expressão “com ar triste” (linha 29) remete ao sujeito “você” (linha 28).


III O autor abre o texto com um termo da linguagem comum do dia a dia que costuma dar continuidade a


algo que vinha sendo dito, o que leva o leitor a interpretar o texto como parte de uma conversa.


IV As informações do segundo parágrafo são explicações que desenvolvem a ideia do termo “Tudo”, usado no


início (linha 16) e retomado no final do referido parágrafo (linha 39).


V A palavra “ascensorista(linha 29) pertence à família de “acender” (linha 39), isto é, ambas têm raiz comum.


VI As palavras “gastronômica” (linha 4) e “Atlântico” (linha 5) são acentuadas pela mesma razão.


(A) Estão certos apenas os itens I, II e V.


(B) Estão certos apenas os itens II, III e V.


(C) Estão certos apenas os itens III, IV e VI.


(D) Estão certos apenas os itens I, III e VI.


(E) Estão certos apenas os itens IV, V e VI

Nenhum comentário:

Postar um comentário